O estudo do Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2016

O estudo Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2016, produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) em parceria com a IDC (International Data Corporation), mostra que o Mercado de TI no Brasil, incluindo hardware, software e serviços, aumentou 9,2% no ano passado, contra os 5,6% da média global de crescimento. No mundo, os investimentos neste setor somaram US$ 2,2 trilhões em 2015.

Já no ranking de investimento no setor de TI na América Latina, o país se manteve em 1º lugar, com 45% dos investimentos, somando US$ 59,9 bilhões, seguido por México (20%) e Colômbia (8%). Ao todo, a região latino-americana soma US$ 133 bilhões. Responsável por quase metade dos investimentos em TI na região, o Brasil mantém uma liderança regional relevante.

E, nesse cenário, o que vem ganhando cada vez mais destaque são os softwares personalizados.

Criados sob demanda específica para empresas e nichos, essas plataformas atendem a diversas necessidades, desde gestão empresarial focada até um simples sistema para cadastro e serviços.

A verdade é que a criação dessas soluções requer transpor inúmeros desafios impostos às chamadas Software Houses.

Essas empresas são responsáveis por projetar, desenvolver e ainda fazer a manutenção das soluções.

A partir daí, dentre esses desafios, o maior deles é o conhecimento profundo, seja do cliente ou do segmento no qual o software irá atuar. Para isso, são essenciais dois pontos:

  • Usuários Chave (Conhecimento do Negócio)
  • Imersão do desenvolvedor (Criador do Software)

No primeiro, seja o próprio cliente ou alguém de confiança que conheça todos os processos da empresa, o envolvimento no planejamento e execução do sistema é fundamental para que atenda as necessidades pelas quais o software está sendo desenvolvido.

A participação do cliente em todos os pontos do desenvolvimento, não somente no período do teste, leva maior clareza a software house, inclusive, evitando, assim, eventuais equívocos na criação dos processos em que o sistema deverá atuar.

Já o segundo ponto abrange o quão importante é que a software house e seus desenvolvedores entrem e conheçam a rotina do cliente, identificando os principais processos e a gestão da companhia. Quanto mais informações sobre o cliente e seu ambiente o desenvolvedor obtiver, melhor será a propriedade com que ele saberá o porquê da criação de cada parte do software.

Afinal, o grande objetivo da célula de fábrica de software é atender os clientes que têm uma característica própria e que não encontram software pronto no mercado.

E, dessa forma, quanto maior o conhecimento, melhor.

Para ver e baixar em PDF o Estudo Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2016 completo, clique aqui.

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